Com reforço de arrecadação, Planalto garante cumprimento da meta de 2024 dentro da margem de tolerância, mas pressão de gastos obrigatórios e cenário eleitoral dificultam o ajuste em 2025; ‘Despesas seguem crescendo, e a dívida pública não dá trégua’, afirma Míriam Leitão.
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